sábado, 4 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
O mês de março promete ser tumultuado na internet. O Anonymous está convocando todos os adeptos da ideia a participar de uma série de protestos durante todo o mês, tanto no mundo virtual quanto no mundo real.
A proposta é que durante os 31 dias as pessoas não comprem jornais e revistas, não baixem músicas, legal ou ilegalmente, não comprem livros, não assistam a filmes no cinema e evitem comprar jogos e DVDs.
O intuito da "Operação Março Negro" é causar um impacto na indústria de entretenimento, de forma a protestar contra as propostas do SOPA, do PIPA e do ACTA. A ação deve ter escala mundial e mais detalhes sobre a iniciativa serão revelados ao longo do mês.
fonte:tecmundo
A estabilidade do iOS sempre foi um dos pontos arduamente defendidos tanto pela empresa quanto pelos proprietários de iPhone. Entretanto, uma pesquisa realizada pelo Crittercism, que levou em consideração mais de 214 milhões de aplicativos baixados entre os meses de novembro e dezembro do ano passado, mostra que a situação não é bem assim.
O gráfico acima ilustra o percentual de falhas apresentadas pelos apps, tanto no Android quanto no iOS. Para quem imaginava uma vitória da Apple, o resultado é surpreendente. Pelo menos 75% dos problemas reportados nos apps foram em aparelhos da empresa da Maçã, enquanto o Android ficou com a menor parte deles.
Uma das possíveis razões para percentuais tão distantes entre os dois sistemas é o lançamento do iOS 5. Como todo sistema novo, é natural que existam mais falhas do que o normal, em especial na compatibilidade com aplicativos mais antigos. Contudo, o motivo por si só não é suficiente para fazer com que o iOS possa ser considerado mais estável do que o Android.
A versão do Android que mais apresentou problemas foi a 2.3.3, com 3,86% do total. A mais estável de todas foi a 3.2, com apenas 0,05% dos problemas reportados. No caso do iOS, a versão 5.0.1 apresentou problemas com 28,64% dos apps baixados. Contudo, algumas versões não apresentaram problemas, como a 3.1.3, a 3.2 e a 3.2.2.
fonte: tecmundo
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
epois do assombro de atos como SOPA e PIPA, veio o ACTA, um “SOPA global” que poderia dificultar ainda mais a vida de quem compartilha conteúdo na internet. Ao que tudo indica, entretanto, novos movimentos secretos têm sido realizados nos Estados Unidos e pretendem impor limites drásticos ao tráfego de dados na internet.
A informação é do site Ars Technica, que divulgou uma notícia informando sobre uma reunião que deve estar ocorrendo neste momento em um hotel de Hollywood, EUA. A ideia seria discutir um ato novo e totalmente secreto relacionado à proteção intelectual para constar como capítulo de um acordo comercial envolvendo vários países.
Segundo Sean Flynn, professor da American University que trabalhou com esse tipo de assunto durante anos, a onda do sigilo absoluto está de volta à carga. É ele quem afirma que, apesar do círculo de segredo criado em torno do assunto, “organizações de defesa do interesse público informaram que as negociações sobre propriedade intelectual serão realizadas entre 31 de janeiro e 4 de fevereiro em um hotel em West Hollywood”.
Conhecendo a informação, Flynn organizou um grupo que iria até o hotel no início da reunião, porém, a viagem foi frustrada por uma mensagem do gerente de eventos do hotel, Sophie Jones. Após lamentar ser o “portador de más notícias”, Jones teria informado que durante o período solicitado por Flynn para reserva, ocorreria no hotel uma “reunião confidencial” e “não seria permitido nenhum outro grupo no espaço de reuniões” durante o período.
O fato é que, em 2011, vazaram na web algumas informações sobre supostos artigos do acordo, que já é discutido há cerca de um ano, com um capítulo especial dedicado aos direitos intelectuais. Penas como obrigação de pagamento do valor de mercado da obra por parte de quem piratear e até mesmo a responsabilização das provedoras de internet sobre conteúdo pirata podem ser lidas em um resumo do documento vazado.
Como a discussão sobre a nova lei é guardada a sete chaves, não se sabe exatamente o quanto disso pode ser verdade ou não, nem mesmo é possível ter ideia sobre quais países podem aderir ao tratado comercial.
Fonte:tecmundo
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